Presidente do Equador pleiteia na OEA que Dilma retorne à Presidência

Restaurar Dilma Rousseff como presidente do Brasil foi a proposta apresentada pelo representante do governo do Equador, em uma reunião incomum da Organização dos Estados Americanos (OEA), realizada, em 24 de maio de 2017, na sua sede em Washington DC.

A reunião do Conselho Permanente da OEA, de 24MAIO2017, foi conduzida sob a liderança de Jean-Victor Harvel Jean-Baptiste, representante do Haiti, que exerceu a vice-presidência do órgão durante o mês de Maio.


O Haiti deu a palavra ao representante do Equador, que se referiu aos pedidos de “impeachment”, que diversos setores propõem contra o presidente do Brasil, Michel Temer, seguindo as denúncias do proprietário da empresa da JBS, Joesley Batista.

O representante do Equador afirmou: “Se as coisas continuarem como estão, são dois os caminhos. Eles pediram ao presidente Temer para colocar a sua demissão e ele disse que não vai renunciar. Se a renúncia acontecer é provável que o Congresso novamente eleja um novo presidente. Ou corresponderia de acordo com os princípios da Carta da Carta Democrática da OEA o retorno de Dilma Rousseff à presidência uma vez que, verifica-se que o julgamento político contra ela não só carecia de provas, mas foi comprado. Isto não é se intrometer nos assuntos internos de um país … ”

O porta-voz de Rafael Correa na OEA baseou suas afirmações em um relatório publicado pelo jornal argentino “prokirchnerista”,  Pagina 12, na edição de 21MAIO2017. Na reportagem afirma que os proprietários da empresa JBS teriam pago “30 deputados para o impeachment” de Dilma Rousseff.


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