PEC 55 e 53 e agora José?

Quando alguns paneleiros mais abastados, como os da ala médica brasileira apoiou a derrubada de Dilma sem provas de corrupção eles não esperavam que as próximas etapas do golpe recaíssem justamente sobre a educação e saúde.




Os impactos da PEC não serão sentidos principalmente nos dois ou três primeiros anos, mas a partir de então a diferença entre o aumento real e a taxa real de inflação vai ficar clara, uma vez que os profissionais dessas áreas não poderão pleitear aumentos, principalmente porque com a PEC 53 que irá considerar a Educação um serviço básico, ficará restrito o direito a greve, assim como hoje já ocorre com a saúde.

E quanto a novas contratações? Imagine como serão feitas novas contratações nesses setores já carentes por novos profissionais uma vez que não será possível aumentar os gastos. Enfim será um retrocesso gradual em vinte anos, que provavelmente a esquerda não voltando ao poder irá continuar por mais anos.




E para os mais pobres cabe apenas esperar pela morte, uma vez que o serviço público de saúde no Brasil nunca foi dos melhores. Além de uma educação de péssima qualidade que tende a piorar.

Serão os professores do Maranhão vão sentir de forma menor o impacto uma vez que o Governo de Flávio Dino elevou os salários dos professores de 40 horas para R$ 5.384,26 salário superior até aos professores do Distrito Federal.

Enfim será que as panelas vão continuar guardadas?

Por: Francisco Santos


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